Manifesto
“Descobri que todo trabalho e toda realização surgem da competição que existe entre as pessoas. Mas isso também é absurdo, é correr atrás do vento” Eclesiastes 4:4 (NVI)
Investimos boa parte do nosso tempo nos preocupando em mostrar para as pessoas que somos capazes, autossuficientes, decididos, fortes…
Vestimos nossas mascaras, subimos no palco da vida e atuamos com destreza.
Gritamos por igualdade social, entre as raças, sexos, credos.
Insistimos em “rachar” a conta, em ter independência financeira, em comprar parcelado.
Vestimos nossos ternos para parecermos importantes, para impor com a nossa aparência refinada.
Enquanto fica num canto qualquer nossas humildes sapatilhas… Num canto qualquer fica nossa verdadeira preocupação, o motivo pelo qual corremos tanto (acho que nem lembramos mais).
Combater o bom combate virou regra de sucesso.
Se eu não superar todos, se não for o mais bem sucedido…
Se eu não construir o meu império…
Se eu não alcançar as nações…
Os fins tem prevalecido sobre os meios, o rastro de sujeira não tem importado desde que se obtenha o esperado.
Você olha pro seu alvo e só espera alcançá-lo… nem se pergunta mais: Por quê mesmo?
Pra provar pra alguém ou pra você mesmo que é capaz?
Esqueça!
Não é disso que se trata a batalha.
Não é disso que se faz uma vida plena
Não se trata de ser o maior, o melhor, o mais ‘compatível’.
Se trata de olhar para ‘o Modelo’,
ver como ele foi paciente, destinado.
Como suportou seu medos e aflições.
Como se importou com os meios.
Com o amor verdadeiro.
Com amar quem encontrava pelo caminho.
Com a companhia dos bons amigos, com visitá-los em suas casas.
Comparecer a suas festas, seus ‘enterros’.
Dar sentido a suas vidas.
Ensinar-lhes a verdade.
Mesmo Ele… que tinha como meta promover seu próprio nome,
pensou na eternidade como finalidade.
Mesmo tendo as multidões aos seus pés…
Não se importou com os aplausos, mas com que seu Pai recebesse todo crédito.
A favor dEle eu grito!
Manifesto o meu sentimento por essa geração corrompida, da qual sofro os mesmos males
e curo minhas feridas em seu amor.
Estabeleço como meta a verdade.
E a finalidade pela qual eu ande a carregar a minha cruz:
Jesus, meu amor maior!






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28 de abril de 2010 em 05:09